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Dentista pode revalidar o seu diploma estrangeiro através da tramitação simplificada em 2022?
Revalidação de Diploma Estrangeiro

Dentista pode revalidar o seu diploma estrangeiro através da tramitação simplificada

Se formar em odontologia e poder exercer a profissão é o sonho de muitos brasileiros, inclusive, para isso muitos brasileiros optam por estudar fora, por ser uma alternativa mais barata e acessível.    Inclusive pesquisas apontam que cerca de 70.000 brasileiros buscam estudar fora, e esse número só tende a crescer visto as oportunidades que estão aparecendo no estrangeiro.    Agora pense no estudante que acabou de se formar, foram anos de sacrifício, estudos e saudade da família e da casa, e agora?    Para o dentista que busca exercer a profissão chegou a hora de revalidar o seu diploma estrangeiro de odontologia, mas por onde começar?    Logo surgem termos como revalida, tramitação simplificada, tradução juramentada, apostilamento de documentos e etc.    Se você assim como eu já ficou perdido ante tantas denominações e processos burocráticos que mais confundem a gente do que ajudam, chegou a hora de descomplicar isso tudo, para que você possa revalidar o seu diploma de odontologia com a maior tranquilidade possível.    Para isso basta você acompanhar esse artigo, pois aqui eu explico todas as diferenças entre o revalida e a tramitação simplificada e onde o seu diploma de odontologia se encontra nessa história.   Sumário: Afinal, qual a diferença entre o revalida e a tramitação simplificada? Quais documentos são necessários para a tramitação simplificada de revalidação de diploma estrangeiro de odontologia? Quais são os requisitos para requerer a tramitação simplificada em 2022?  Conclusão    Afinal, qual a diferença entre o revalida e a tramitação simplificada?   Normalmente o dentista passa de 4 a 5 anos estudando em uma faculdade para então depois passar por um processo de revalidação que pode durar de 6 a ao infinito, sério mesmo! Já chegaram clientes que estão tentando revalidar o diploma há pelo menos 4 anos!    O lado bom do diploma estrangeiro de odontologia é que ele pode ser revalidado pelo processo de tramitação simplificada, mas o que é ele exatamente?    Hoje no Brasil existem dois tipos oficiais de processo de revalidação de diploma estrangeiro:    1. Processo Revalida:     O processo revalida é o aplicado aos estudantes de medicina, compõem-se de basicamente três fases:    Fase de entrega de documentos Fase teórica Fase escrita  Nesse processo, os formandos deverão cumprir os requisitos formais de documentação, escolherem uma universidade cadastrada no revalida e que possua uma grade de disciplinas semelhante com a que ele cursou.    Após essa primeira etapa o formando passará por uma bateria de provas teórica e prática para então ter seu diploma revalidado e poder trabalhar no Brasil.    O grande problema do revalida é que ele é um processo longo por natureza e com muitos detalhes, o que traz complexidade excessiva para o formado.    Não é incomum termos clientes que a faculdade se nega a encaminhar os documentos, grade e etc impedindo que ele possa ingressar no revalida.    Ou clientes que erram uma formalidade simples como a tradução juramentada  e atrasam o processo em 6 meses.    A nossa constituição garante o livre exercício dos ofícios e profissões.    2. Tramitação simplificada    A tramitação simplificada também é um tipo de processo de revalidação de diploma estrangeiro, mas muito diferente do convencional revalida.    A tramitação simplificada é aplicada a todos os formandos de áreas diferentes da medicina.    Portanto, você dentista pode revalidar seu diploma pela tramitação simplificada, o que significa menos burocracia e gastos para você.   O maior benefício da tramitação simplificada é que ele possui prazo determinado por lei para terminar, que é de 60 (sessenta) dias após o protocolo com toda a documentação necessária.   Quais os documentos necessários para a tramitação simplificada de diploma estrangeiro de odontologia.   Já entendemos que a tramitação simplificada é mais célere e menos burocrática, o que não quer dizer que não tenhamos requisitos formais para respeitar.    O descumprimento de um requisito documental irá levar a perda de todo o processo, o valor pago de taxa e atraso no exercício da sua profissão.    Por isso, fique atento a relação de documentos que irei disponibilizar para você agora:    Se a sua necessidade de revalidação é de diploma de graduação esses serão os documentos necessários:    Diplomas oriundos de cursos ou programas estrangeiros indicados na lista específica produzida pelo Ministério da Educação e disponibilizada através do Portal Carolina Bori contendo a relação de cursos ou programas que já foram submetidos a três análises por instituições revalidadoras diferentes com deferimento positivo. Os cursos assim identificados permanecerão nesta lista por seis anos (6) consecutivos, considerando para o início desse prazo a data do último parecer positivo.  Diplomados (as) em cursos de instituições estrangeiras acreditados no âmbito da avaliação do Sistema de Acreditação Regional de Cursos Universitários do MERCOSUL (Sistema ARCU-SUL).  Requerentes que concluíram curso no exterior e obtiveram certificados ou diplomas por meio do Programa Ciências sem Fronteiras.  Diplomados em cursos ou programas estrangeiros que tenham recebido estudantes com bolsa concedida por agência governamental brasileira no prazo de seis (6) anos.  Concluintes do Módulo Internacional no âmbito do Programa Universidade para Todos (PROUNI), conforme portaria nº 381, de 29 de março de 2010.  Se a sua necessidade de revalidação é de diploma de pós-graduação (strictu e lato senso) esses serão os documentos necessários:   Diplomas oriundos de cursos ou programas estrangeiros indicados na lista específica produzida pelo Ministério da Educação e disponibilizada através do Portal Carolina Bori contendo a relação de cursos ou programas que já foram submetidos a três análises realizadas por instituições reconhecedoras diferentes com deferimento positivo. Os cursos assim identificados permanecerão nesta lista por seis (6) anos consecutivos, considerando para o início desse prazo a data do último parecer positivo.  Diplomados em cursos ou programas estrangeiros que tenham recebido estudantes com bolsa concedida por agência governamental brasileira no prazo de seis (6) anos.  Requerentes que concluíram curso no exterior e obtiveram certificados ou diplomas por meio do Programa Ciências sem Fronteiras.  Diplomados que concluíram no exterior um programa para o qual haja acordo

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